Circos» Notícias http://circos2014.sescsp.org.br Festival Internacional Sesc de Circo / Sesc International Circus Festival Fri, 18 Jul 2014 18:16:01 +0000 pt-BR hourly 1 Espetáculo gráfico https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/espetaculo-grafico/ https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/espetaculo-grafico/#comments Wed, 16 Jul 2014 15:46:16 +0000 http://circos.sescsp.org.br/?p=1303 naima2

  A designer Naíma Almeida, responsável pela criação da identidade visual do Circos - Festival Internacional Sesc de Circo para a edição 2014, preparou um vídeo que desvenda seu processo de criação. "Iniciando pela criação de ícones gravados em linóleo, desenvolvemos todos os materiais adotando a falha como elemento gráfico, buscando processos e materiais mais rústicos que representassem o conceito curatorial da (des)vistuose." - Naíma Almeida]]>
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  A designer Naíma Almeida, responsável pela criação da identidade visual do Circos - Festival Internacional Sesc de Circo para a edição 2014, preparou um vídeo que desvenda seu processo de criação. "Iniciando pela criação de ícones gravados em linóleo, desenvolvemos todos os materiais adotando a falha como elemento gráfico, buscando processos e materiais mais rústicos que representassem o conceito curatorial da (des)vistuose." - Naíma Almeida]]>
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Ocupe o Beco! https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/ocupe-o-beco/ https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/ocupe-o-beco/#comments Tue, 27 May 2014 22:13:35 +0000 http://circos.sescsp.org.br/?p=1044 circo no beco

Ocupação Circo no Beco leva a arte de rua a diversas Unidades do Sesc

A Vila Madalena, localizada na zona oeste paulistana, é conhecida como o reduto da boemia e da classe artística. E é lá, em uma viela estreita e curta, com paredes grafitadas e uma quadra de basquete, que todas as segundas um animado grupo se reúne. Iniciado como uma reunião despretensiosa de amigos malabaristas, que sentiam falta de um espaço para treino e prática, tornou-se hoje um grande movimento, ainda que informal. Abarca uma série de praticantes e curiosos e tem hoje o reconhecimento de todo o meio circense. O encontro, que acontece há mais de uma década, é livre e tem os portões abertos para todo o público, de todas as idades. É comum, inclusive, ver crianças se aventurando e se divertindo, seguindo os passos dos responsáveis que os levaram. Por volta das 19h, começa a movimentação. Observando quem passa pela calçada, é fácil perceber quem veio para o encontro, pois é comum ver as claves –item mais usado por aqueles artistas – aparecendo para fora do zíper quase fechado de suas mochilas. As lâmpadas instaladas pelos organizadores garantem, além de uma iluminação mais forte do que a existente, o ar característico dos tradicionais picadeiros. A música embala e anima o ambiente. E então, em meio a abraços e cumprimentos, aros, claves, bolinhas, bolas de futebol, bolas russas, monociclos, bambolês, bengalas, chapéus e até facões dão o tom da reunião e aquecem o restante da noite. A arquibancada e o chão acomodam o público e, no início, a quadra funciona como um palco aberto, onde quem é artista (ou aspirante) treina e apresenta seus números, truques, esquetes e demais manifestações. Na sequência, sempre às 21h, o palco é cedido à apresentação do convidado da noite, que muitas vezes vem de outras cidades, estados ou até mesmo países. Por cerca de quatro horas, há uma troca constante de vivências, experimentos, práticas, números e mais: alegrias, sorrisos e difusão da cultura. E é com esse espírito que o Circo no Beco pretende ocupar as Unidades do Sesc em São Paulo, durante o segundo Festival Internacional Sesc de Circo. A ideia é que todas as Unidades recebam três diferentes artistas, que circularão pelos Sesc Belenzinho, Bom Retiro, Consolação, Interlagos, Ipiranga, Itaquera, Pinheiros, Pompeia, Santana, Santo André e Vila Mariana, apresentando suas diferentes técnicas e práticas. O público poderá vivenciar o malabarismo, as acrobacias e até mesmo testar o equilíbrio nos monociclos durante a Ocupação Circo no Beco.

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circo no beco

Ocupação Circo no Beco leva a arte de rua a diversas Unidades do Sesc

A Vila Madalena, localizada na zona oeste paulistana, é conhecida como o reduto da boemia e da classe artística. E é lá, em uma viela estreita e curta, com paredes grafitadas e uma quadra de basquete, que todas as segundas um animado grupo se reúne. Iniciado como uma reunião despretensiosa de amigos malabaristas, que sentiam falta de um espaço para treino e prática, tornou-se hoje um grande movimento, ainda que informal. Abarca uma série de praticantes e curiosos e tem hoje o reconhecimento de todo o meio circense. O encontro, que acontece há mais de uma década, é livre e tem os portões abertos para todo o público, de todas as idades. É comum, inclusive, ver crianças se aventurando e se divertindo, seguindo os passos dos responsáveis que os levaram. Por volta das 19h, começa a movimentação. Observando quem passa pela calçada, é fácil perceber quem veio para o encontro, pois é comum ver as claves –item mais usado por aqueles artistas – aparecendo para fora do zíper quase fechado de suas mochilas. As lâmpadas instaladas pelos organizadores garantem, além de uma iluminação mais forte do que a existente, o ar característico dos tradicionais picadeiros. A música embala e anima o ambiente. E então, em meio a abraços e cumprimentos, aros, claves, bolinhas, bolas de futebol, bolas russas, monociclos, bambolês, bengalas, chapéus e até facões dão o tom da reunião e aquecem o restante da noite. A arquibancada e o chão acomodam o público e, no início, a quadra funciona como um palco aberto, onde quem é artista (ou aspirante) treina e apresenta seus números, truques, esquetes e demais manifestações. Na sequência, sempre às 21h, o palco é cedido à apresentação do convidado da noite, que muitas vezes vem de outras cidades, estados ou até mesmo países. Por cerca de quatro horas, há uma troca constante de vivências, experimentos, práticas, números e mais: alegrias, sorrisos e difusão da cultura. E é com esse espírito que o Circo no Beco pretende ocupar as Unidades do Sesc em São Paulo, durante o segundo Festival Internacional Sesc de Circo. A ideia é que todas as Unidades recebam três diferentes artistas, que circularão pelos Sesc Belenzinho, Bom Retiro, Consolação, Interlagos, Ipiranga, Itaquera, Pinheiros, Pompeia, Santana, Santo André e Vila Mariana, apresentando suas diferentes técnicas e práticas. O público poderá vivenciar o malabarismo, as acrobacias e até mesmo testar o equilíbrio nos monociclos durante a Ocupação Circo no Beco.

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O Sesc levanta a lona e mostra o dia a dia do universo circense em exposição inédita https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/o-sesc-levanta-a-lona-e-mostra-o-dia-a-dia-do-universo-circense-em-exposicao-inedita/ https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/o-sesc-levanta-a-lona-e-mostra-o-dia-a-dia-do-universo-circense-em-exposicao-inedita/#comments Mon, 26 May 2014 20:03:21 +0000 http://circos.sescsp.org.br/?p=1023 lona

O circo sempre causou certa curiosidade quando desembarcava nas cidades: como será a vida do mágico? O que tem no quarto da trapezista? A bailarina e o palhaço têm mesmo um romance? É verdade que o palhaço chora sozinho depois de fazer tanta gente gargalhar? Para responder essas e outras perguntas, a exposição Circo da Gente , em cartaz na Unidade Santo André de 24 de maio a 2 de novembro, revela os bastidores e permite ao público conhecer o dia a dia de um circo - afinal quem nunca pensou em se aventurar fugindo com aquelas caravanas de artistas? Para recriar esse universo, o Espaço de Eventos se transformará em um circo anterior aos circos de lona, remetendo às caravanas circenses europeias, de mambembes, saltimbancos e saltadores, evocando o tradicional circo-família - os grupos de multiartistas que passam seus conhecimentos de geração para geração, vivendo de forma nômade e sobrevivendo da arte. As instalações cenográficas, os recursos tecnológicos e os elementos lúdicos resgatam a história da formação e propiciam ao público vivenciar a experiência da vida daquelas famílias dentro e fora do picadeiro: a rotina dos treinos e ensaios, as viagens, a organização do trabalho, os valores e o modo de vida desses responsáveis por este mundo mágico, que desde muito encanta crianças, jovens, adultos e idosos. No projeto expositivo, a referência da construção visual é de um espaço cênico como terreno onde a trupe acaba de desembarcar, com um misto de lona/praça ao centro, onde ocorrerão, ao longo dos meses, os espetáculos, vivências e oficinas, enquanto em seu entorno ficam as caravanas/trailers, que desvendam a vida e a intimidade desses artistas. Eles, ao mesmo tempo em que são acrobatas, malabaristas, palhaços e cantores, são também os contrarregras, vendedores de bilhetes e guloseimas, faxineiros e outros profissionais que são responsáveis por subir a lona, fazer o espetáculo acontecer, desmontar e cair na estrada para começar tudo de novo. Assim, valores como a solidariedade, a responsabilidade, a tolerância, o respeito, a coletividade, o compartilhamento de saberes, a interação, a troca, o olhar aberto para a alteridade, a potencialização das características individuais, a intergeracionalidade, o fomento à diversidade, e a educação permanente são provocados pelo circo e o Circo da Gente deseja transmitir todos esses conceitos, de forma lúdica e interativa aos visitantes. Na Exposição há, ainda, um resgate histórico do circo no Brasil, que em fotos e vídeos mostra a evolução e os caminhos que essa arte desenvolveu. Recuperação de memória, figurinos, acessórios, trechos de gravações, músicas, vídeos, fotos, gravuras e suas respectivas animações compõem a recriação deste universo, com espaço também para as famílias que passaram por Santo André, afinal a região do ABC Paulista tem um forte histórico da atuação circense. Para complementar a Exposição, durante todo o processo de sua montagem e no período de sua realização, a oficina Imaginários do Circo da Gente, conduzida pelo Projeto Cala Boca Já Morreu, prevê a produção coletiva de comunicação em diferentes formatos, com foco na educomunicação, onde o grupo composto por pessoas de diferentes faixas etárias pensam, produzem e apresentam peças e conteúdos acerca as memórias e reflexões a partir do contato com essa linguagem artística. A exposição inaugura junto ao Circos - Festival Internacional Sesc de Circo, que acontecerá em diversas Unidades do Sesc em São Paulo entre 23 de maio e 1º de junho, e que trará para a Unidade Santo André atividades de companhias paulistas, cariocas e uma atração internacional, vinda do Peru. Confira a programação do Festival: clique aqui
o que: Circo da Gente
quando: De 24/05 a 02/11/2014
onde: Sesc Santo André
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O circo sempre causou certa curiosidade quando desembarcava nas cidades: como será a vida do mágico? O que tem no quarto da trapezista? A bailarina e o palhaço têm mesmo um romance? É verdade que o palhaço chora sozinho depois de fazer tanta gente gargalhar? Para responder essas e outras perguntas, a exposição Circo da Gente , em cartaz na Unidade Santo André de 24 de maio a 2 de novembro, revela os bastidores e permite ao público conhecer o dia a dia de um circo - afinal quem nunca pensou em se aventurar fugindo com aquelas caravanas de artistas? Para recriar esse universo, o Espaço de Eventos se transformará em um circo anterior aos circos de lona, remetendo às caravanas circenses europeias, de mambembes, saltimbancos e saltadores, evocando o tradicional circo-família - os grupos de multiartistas que passam seus conhecimentos de geração para geração, vivendo de forma nômade e sobrevivendo da arte. As instalações cenográficas, os recursos tecnológicos e os elementos lúdicos resgatam a história da formação e propiciam ao público vivenciar a experiência da vida daquelas famílias dentro e fora do picadeiro: a rotina dos treinos e ensaios, as viagens, a organização do trabalho, os valores e o modo de vida desses responsáveis por este mundo mágico, que desde muito encanta crianças, jovens, adultos e idosos. No projeto expositivo, a referência da construção visual é de um espaço cênico como terreno onde a trupe acaba de desembarcar, com um misto de lona/praça ao centro, onde ocorrerão, ao longo dos meses, os espetáculos, vivências e oficinas, enquanto em seu entorno ficam as caravanas/trailers, que desvendam a vida e a intimidade desses artistas. Eles, ao mesmo tempo em que são acrobatas, malabaristas, palhaços e cantores, são também os contrarregras, vendedores de bilhetes e guloseimas, faxineiros e outros profissionais que são responsáveis por subir a lona, fazer o espetáculo acontecer, desmontar e cair na estrada para começar tudo de novo. Assim, valores como a solidariedade, a responsabilidade, a tolerância, o respeito, a coletividade, o compartilhamento de saberes, a interação, a troca, o olhar aberto para a alteridade, a potencialização das características individuais, a intergeracionalidade, o fomento à diversidade, e a educação permanente são provocados pelo circo e o Circo da Gente deseja transmitir todos esses conceitos, de forma lúdica e interativa aos visitantes. Na Exposição há, ainda, um resgate histórico do circo no Brasil, que em fotos e vídeos mostra a evolução e os caminhos que essa arte desenvolveu. Recuperação de memória, figurinos, acessórios, trechos de gravações, músicas, vídeos, fotos, gravuras e suas respectivas animações compõem a recriação deste universo, com espaço também para as famílias que passaram por Santo André, afinal a região do ABC Paulista tem um forte histórico da atuação circense. Para complementar a Exposição, durante todo o processo de sua montagem e no período de sua realização, a oficina Imaginários do Circo da Gente, conduzida pelo Projeto Cala Boca Já Morreu, prevê a produção coletiva de comunicação em diferentes formatos, com foco na educomunicação, onde o grupo composto por pessoas de diferentes faixas etárias pensam, produzem e apresentam peças e conteúdos acerca as memórias e reflexões a partir do contato com essa linguagem artística. A exposição inaugura junto ao Circos - Festival Internacional Sesc de Circo, que acontecerá em diversas Unidades do Sesc em São Paulo entre 23 de maio e 1º de junho, e que trará para a Unidade Santo André atividades de companhias paulistas, cariocas e uma atração internacional, vinda do Peru. Confira a programação do Festival: clique aqui
o que: Circo da Gente
quando: De 24/05 a 02/11/2014
onde: Sesc Santo André
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Surpresa: o circo chegou! https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/surpresa-o-circo-chegou/ https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/surpresa-o-circo-chegou/#comments Fri, 23 May 2014 18:46:03 +0000 http://circos.sescsp.org.br/?p=978 Flashmob_thumb

 Flash mob da Cia. Suno reúne artistas circenses e transforma a Praça da Liberdade em picadeiro

Mais um dia, mais uma cidade para enlouquecer O bem querer, o turbilhão Bocas, quantas bocas a cidade vai abrir Pr'uma alma de artista se entregar Palmas pro artista confundir Pernas pro artista tropeçar (“Na Carreira”, Chico Buarque e Edu Lobo)

Na próxima segunda-feira, 26 de maio, palhaços, músicos, equilibristas, dançarinos, ginastas e malabaristas serão confundidos com os executivos, os moradores de rua, os office-boys e com todos os que passam pelo Centro de São Paulo. Cerca de 30 artistas circenses estarão “à paisana”, na Praça da Liberdade, para participar do flash mob (reunião “inesperada” de muitas pessoas) idealizado pela Cia. Suno com produção do Sesc Carmo.

“Acho que o circo tem uma coisa nostálgica e até histórica de chegar à cidade sem que as pessoas estejam esperando, e invadir as praças. Ele tem essa característica de ‘abrir roda’, seja onde for, e o flash mob é um resgate urbano dessa tradição”, afirma Helena Figueira, artista da Cia. Suno (ao lado de Victor Nóvoa e Duba Becker) e diretora da intervenção. Filha de atores, Helena é atriz e formada em contorção no trapézio pela École National du Cirque Annie Fratellini. Em 1998, criou a companhia santista Suno para realizar pesquisas de arte circense com foco no palhaço. “No teatro e na dança há a necessidade de ser a primeira atriz ou a primeira bailarina, e o circo é mais social nesse aspecto. Todo mundo é importante, todos são bons artistas, cada um na sua área. Esse espírito familiar do circo me encantou muito”.

flash_mob_materia

(Foto: André Scatolin)

“O circo é equivalente à praia: um lugar de lazer muito democrático, onde todo mundo é igual”, acredita. Um dos trunfos mais conhecidos da arte circense é justamente o de equalizar pessoas, idades e classes sociais. “Todo mundo ri do palhaço ou admira a virtuose de um trapezista. Com o circo, os adultos viram crianças, mesmo que por pouco tempo”.

Para o flash mob, que integra a programação do Festival Internacional Sesc de Circo, a Cia. Suno convidou artistas que admira e amigos que já fizeram parte da história da companhia. “É um time de primeira, muito gabaritado, gentil e generoso”. Nessa apresentação, não haverá uma plateia preparada para ver, ouvir ou interagir com os artistas, todos serão pegos de surpresa. Como será que irão reagir? “É sempre uma conquista muito grande quando chegamos a um lugar inesperadamente, e conseguimos provocar interesse. E eu acho que não teremos um estranhamento inicial do público, e sim um encantamento!”.]]>
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 Flash mob da Cia. Suno reúne artistas circenses e transforma a Praça da Liberdade em picadeiro

Mais um dia, mais uma cidade para enlouquecer O bem querer, o turbilhão Bocas, quantas bocas a cidade vai abrir Pr'uma alma de artista se entregar Palmas pro artista confundir Pernas pro artista tropeçar (“Na Carreira”, Chico Buarque e Edu Lobo)

Na próxima segunda-feira, 26 de maio, palhaços, músicos, equilibristas, dançarinos, ginastas e malabaristas serão confundidos com os executivos, os moradores de rua, os office-boys e com todos os que passam pelo Centro de São Paulo. Cerca de 30 artistas circenses estarão “à paisana”, na Praça da Liberdade, para participar do flash mob (reunião “inesperada” de muitas pessoas) idealizado pela Cia. Suno com produção do Sesc Carmo.

“Acho que o circo tem uma coisa nostálgica e até histórica de chegar à cidade sem que as pessoas estejam esperando, e invadir as praças. Ele tem essa característica de ‘abrir roda’, seja onde for, e o flash mob é um resgate urbano dessa tradição”, afirma Helena Figueira, artista da Cia. Suno (ao lado de Victor Nóvoa e Duba Becker) e diretora da intervenção. Filha de atores, Helena é atriz e formada em contorção no trapézio pela École National du Cirque Annie Fratellini. Em 1998, criou a companhia santista Suno para realizar pesquisas de arte circense com foco no palhaço. “No teatro e na dança há a necessidade de ser a primeira atriz ou a primeira bailarina, e o circo é mais social nesse aspecto. Todo mundo é importante, todos são bons artistas, cada um na sua área. Esse espírito familiar do circo me encantou muito”.

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(Foto: André Scatolin)

“O circo é equivalente à praia: um lugar de lazer muito democrático, onde todo mundo é igual”, acredita. Um dos trunfos mais conhecidos da arte circense é justamente o de equalizar pessoas, idades e classes sociais. “Todo mundo ri do palhaço ou admira a virtuose de um trapezista. Com o circo, os adultos viram crianças, mesmo que por pouco tempo”.

Para o flash mob, que integra a programação do Festival Internacional Sesc de Circo, a Cia. Suno convidou artistas que admira e amigos que já fizeram parte da história da companhia. “É um time de primeira, muito gabaritado, gentil e generoso”. Nessa apresentação, não haverá uma plateia preparada para ver, ouvir ou interagir com os artistas, todos serão pegos de surpresa. Como será que irão reagir? “É sempre uma conquista muito grande quando chegamos a um lugar inesperadamente, e conseguimos provocar interesse. E eu acho que não teremos um estranhamento inicial do público, e sim um encantamento!”.]]>
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Sejam bem-vindos e bem-vindas ao maior espetáculo da terra sob outro olhar! https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/sejam-bem-vindos-e-bem-vindas-ao-maior-espetaculo-da-terra-sob-outro-olhar/ https://edicoescircos.sescsp.org.br/2014/sejam-bem-vindos-e-bem-vindas-ao-maior-espetaculo-da-terra-sob-outro-olhar/#comments Thu, 15 May 2014 19:41:27 +0000 http://circos.sescsp.org.br/?p=767  

O Festival Internacional Sesc de Circo acontece de 23 de maio a 1 de junho em 13 unidades do Sesc, mas sua programação começa agora!

A partir de hoje, o site ...]]>  

O Festival Internacional Sesc de Circo acontece de 23 de maio a 1 de junho em 13 unidades do Sesc, mas sua programação começa agora!

A partir de hoje, o site do Festival será ocupado por uma série de conteúdos permanentes que descobrem junto com você as companhias e espetáculos.

Desafiamos a Galeria Experiência a apresentar a linha curatorial do festival dentro de outra obra artística e produzir web-documentários sobre 12 companhias nacionais e internacionais que fazem parte da programação e serão publicados no site durante os 10 dias de festival. Os vídeos abrem algumas cortinas sobre o processo de criação. Textos, fotos, notícias e postagens nas redes sociais desvendam os outros espetáculos e companhias durante o Festival.

Conversamos com Ligia Azevedo, uma das coordenadoras do Festival para entender um pouco mais sobre essa linha curatorial. Os principais trechos você confere a seguir.

EOnline: Por que o Sesc organiza um Festival Internacional de Circo?
Ligia Azevedo: O Sesc possui um trabalho consolidado e referendado em outras áreas das artes cênicas, como teatro e dança. Há quatro anos, a instituição vem intensificando suas atividades na área de Circo e lançando um olhar mais aprofundado para a linguagem. A intenção de fazer um festival de circo existe desde então e se concretizou no ano passado (2013), com a primeira edição do Circos.

O objetivo do festival é criar um espaço de difusão da produção nacional e internacional, e ainda promover a reflexão e construção de pensamento sobre a linguagem no país. Além disso, ampliar o olhar para a linguagem circense, sensibilizando público e artistas para outras possibilidades criativas e consequentemente ampliando o imaginário de circo relacionado a espetáculos de variedades dentro de uma lona.

EOnline: Como funcionou a curadoria da programação? E como isso conversa com a [Des] virtuose, já que esse é o tema do festival?
Ligia Azevedo: Seguindo a intenção de ampliar o olhar para circo, a linha curatorial desta edição visa trazer outras abordagens para a perfeição, precisão e virtuose que normalmente se associa a circo. Esse exercício de autorreferência sempre esteve presente no circo. Tradicionalmente, associado à figura do palhaço, que reproduzia de forma cômica os números que os demais artistas realizavam com exatidão e destreza. Atualmente, existe uma linha de trabalhos que faz isso de uma outra maneira: usando o erro como estética, trazendo à cena os bastidores do espetáculo, e explicitando os sentimentos dos artistas, por exemplo.

A escolha por esse tema foi feita em conjunto com uma equipe de técnicos de programação do Sesc que trabalham com a linguagem do circo. E, a partir daí, fomos em busca de trabalhos que dialogassem com ele.

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